|
|
 |
 |
 |
 |
|
|
|
|
|
 |
|
 |
|
|
|
 |
 |
Richard Gere
59 anos, nascimento dia 31 de agosto de 1949
|
 |
 |


|
País de Nascimento: EUA
|
 |
Profissão: Ator/Atriz
|
 |
Filmografia no cinemaCAFRI:
Noites de Tormenta (2008) (Dr. Paul Flanner), Não Estou Lá (2007) (Bob Dylan/Billy), Justiça a Qualquer Preço (2007) (Agente Erroll Babbage), A Caçada (2007) (Simon Hunt), O Vigarista do Ano (2006) (Clifford Irving), Dança Comigo? (2004) (John Clark), Infidelidade (2002) (Edward Sumner), Chicago (2002) (Billy Flynn), Dr. T e as Mulheres (2000) (Dr. T), Uma Linda Mulher (1990) (Edward Lewis), Cotton Club (1984) (Dixie Dwyer)
|
 |
|
[Veja os filmes cadastrados de Richard Gere]
|
 |
Cafômetro:
[O que é o Cafômetro?]
|
 |
 |
|
|
 |
Nascido na Filadélfia, Richard Gere trabalhou como músico antes de estrear como ator, em 1975. Fotógrafo amador, o astro fazia parte de uma comunidade alternativa antes de explorar seu Sex-Appeal e lançar-se como um dos maiores Sex-Symbols do cinema. Com "Gigolô Americano", seu primeiro grande sucesso, Richard tomou Hollywood de assalto e sua fama só aumentou com blockbusters como "A Força de um Destino" e "A Força do Amor". Porém, se Hollywood nunca viu um astro subir tão rápido em sua hierarquia, também nunca viu queda tão vertiginosa: em menos de 5 anos, o galã estava completamente esquecido, cortesia de fracassos como "Rei David" e "Sem Perdão". Sua vida pessoal, acompanhando a carreira, também despencava: consumidor ávido de cocaína, o astro se meteu em uma série de encrencas e ficou desmotivado com a vida artística. Foi Jeffrey Katzenberg, antigo amigo de Gere e produtor poderoso em Hollywood, quem o convenceu a rodar o filme "3000", uma comédia romântica da Disney que, rebatizada de "Uma Linda Mulher", ressuscitou sua carreira e lançou Julia Roberts ao mega-estrelato. Voltando à ativa, Gere aprendeu os revezes do sucesso e se tornou uma figura pública mais tranqüila e serena. Mesmo com os boatos sobre sua homossexualidade (chegaram ao absurdo de dizer que ele utilizava um "ratinho" como objeto sexual), ele não se abala: prefere trabalhar ininterruptamente em filmes que tratem de causas nobres, em especial a luta do Tibet contra a China já que o astro, budista, é ativista na campanha da libertação dos tibetanos. Hoje solteiro, Gere já foi casado com a top Cindy Crawford além de Silvia Martins, uma artista plástica - pasmem - brasileira.
|
|
Plínio Meirelles
|
 |
|
|
 |
 |
|
Comentários, Biografias e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
|
 |
|
"Richard Gere é um excelente ator! É impossível deixar de assistir qualquer filme que ele participe. Mas, na minha opinião, o filme mais marcante que ele fez foi Uma linda mulher. Não tem igual. Ele estava maravilhoso e inesquecível. Richard Gere sempre estará vivo em nossa memória como um ator muito especial (além de lindo, é claro)."
|
|
visitante Daniela Lago
|
 |
|
"Na minha opniao um dos melhores filmes que ele atuou foi a força do destino em 1982 eu era uma menina; Mas lembro com muita clareza daquelas cenas em que me comoveram muito, gostaria de saber onde eu posso encontrar um dvd com esse filme que me marcou muito. "
|
|
visitante Gleicy Mary Lima Dos Santos
|
 |
|
|
|
 |
|
|
 |
| Veja Também |
 |

|
Noites de Tormenta
Nights in Rodanthe (EUA/2008)
|
Richard Gere e Diane Lane são o par romântico de “Noites de Tormenta”. Adrienne (Lane) é uma mulher em crise, que aceita tomar conta da pousada de uma amiga na costa da Carolina do Norte, em busca de tranqüilidade para pensar nos vários problemas de sua vida. Ali ela encontra um único hóspede, o Dr. Paul Flanner (Gere), que também chega no pequeno lugarejo com problemas pessoais. O aviso de uma grande tempestade que se aproxima da região leva os dois únicos habitantes da pousada a um romance que mudará suas vidas.
[Veja mais]
|
|
[Veja os participantes de "Noites de Tormenta"]
|
|
 |

|
Não Estou Lá
I`m Not There (EUA/2007)
|
|
Se eu fosse resumir “Não Estou Lá” em uma única palavra, essa palavra seria “caos”. Caos total e absoluto. E isso em qualquer filme seria provavelmente uma coisa ruim. Mas estamos falando de Bob Dylan e, bem, Dylan é Dylan... Ok, não estou sendo muito claro. E, de certa forma, “não ser muito claro” também foi a idéia de Todd Haynes ao dirigir “Não Estou Lá”. Afinal, se o tema de uma obra é indecifrável, porque a obra em si não deve ser? Mas mesmo assim vamos tentar dissecar esta que foi, sem dúvida, uma das melhores produções cinematográficas de 2007.
[Veja mais]
|
|
[Veja os participantes de "Não Estou Lá"]
|
|
 |
|
|
 |
|
|
|
|

|
 |
 |
 |

|
|
|
|