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Lars von Trier
54 anos, nascimento dia 30 de abril de 1956
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Nome Verdadeiro: Lars Trier
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País de Nascimento: Dinamarca
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Profissão: Diretor
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Filmografia no Confraria de Cinema:
Anticristo (2009) (Direção), Anticristo (2009) (Roteiro), 27 Cenas sobre Jorgen Leth (2008) (), Cada um com seu Cinema (2007) (Direção), Cada um com seu Cinema (2007) (Roteiro), O Grande Chefe (2006) (Direção), O Grande Chefe (2006) (Narrador), O Grande Chefe (2006) (Roteiro), Querida Wendy (2005) (Roteiro), Manderlay (2005) (Direção), Manderlay (2005) (Roteiro), Dogville (2003) (Direção), Dogville (2003) (Roteiro)
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[Veja os filmes cadastrados de Lars von Trier]
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Cafômetro:
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Lars von Trier é possivelmente o mais ambicioso cineasta que surgiu na Dinamarca desde Carl Theodor Dreyer (“Martírio de Joana d`Arc”, “Dias de Ira” e “Gertrude”). Nascido Lars Trier, o cineasta adotou o sobrenome “von” durante o período em que esteve na Danish Film School, em homenagem ao cineasta Josef von Sternberg (“O Anjo Azul”).
von Trier atraiu a atenção internacional logo com seu primeiro longa, “Forbrydelsens element”. O filme, uma mistura de cinema noir e expressionismo alemão, levou o Prêmio Técnico no Festival de Cannes de 1984. “Forbrydelsens element” (que recebeu o título internacional de “The Element of Crime”) foi seguido pelo fiasco “Epedemic” (1987).
Entretanto, quatro anos depois, em 1991, von Trier ressurgiu com a obra-prima “Europa”, que levou três prêmios no Festival de Cannes: Grande Prêmio do Júri, Melhor Contribuição Artística e, novamente, Prêmio Técnico. O filme fez tanto sucesso que Steven Spielberg ofereceu à Trier uma oportunidade de trabalhar em Hollywood, mas este a recusou.
Em 96, Lars voltou a conquistar o Grande Prêmio do Júri em Cannes, com “Ondas do Destino”, com Emily Watson e Stellan Skarsgard, mas desta vez ele também chamou atenção de Hollywood, que deu ao seu filme uma indicação ao Oscar e duas ao Globo de Ouro. O longa é a primeira parte de sua trilogia “Golden Heart” (coração de ouro), que foi completa com “Os Idiotas” (1998) e “Dançando no Escuro” (2000). Este último deu ao diretor a tão aguardada Palma de Ouro de Melhor Filme em Cannes, de onde saiu ainda com o prêmio de Melhor Atriz para Björk. A característica que von Trier tem de sempre exigir o máximo de seus atores lhe deu uma fama de ser exigente até além da conta. Após as filmagens de “Dançando no Escuro”, Björk declarou que esta seria sua primeira e última participação como atriz em um filme.
Após terminar esta trilogia, o dinamarquês, um dos fundadores do movimento “Dogma 95”, que prega um cinema mais simples e mais natural, partiu para mais uma. Agora a trilogia seria sobre os Estados Unidos, país que nunca visitou e, segundo ele, não tem vontade de visitar. O primeiro filme da saga foi lançado em 2003 no Festival de Cannes, de onde inexplicavelmente saiu sem nenhum prêmio. “Dogville” conta a história de Grace, vivida brilhantemente por Nicole Kidman, uma jovem que fugindo de gângsteres acaba caindo na pacata cidade-título, que em breve mostraria suas mazelas. O filme é uma obra-prima e é seguido por “Manderlay”, a ser lançado em 2005, e “Washington”, sem previsão de estréia.
Em 2005, o cineasta, além de dirigir “Manderlay”, assumiu o roteiro de “Querida Wendy”, dirigido por seu colega de dogma Thomas Vinterberg.
Desde 1991, von Trier trabalha em um projeto chamado “Dimension”, estrelado por seu amigo Udo Kier (figurinha carimbada em seus filmes). Todo ano, durante o período natalino, Lars roda 3 minutos do filme em um local diferente da Europa. O cineasta planeja terminar o filme em “2024”.
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Lucas Salgado
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