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Dennis Quaid
54 anos, nascimento dia 9 de abril de 1954
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| Veja Também |
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O Dia Depois de Amanhã
The Day After Tomorrow (EUA/2004)
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Inicialmente passado para nós como mais um entre os inúmeros filmes-catástrofe que chegaram aos cinemas nos últimos anos, este “O Dia Depois de Amanhã” acaba superando as expectativas. Tudo bem que todos os clichês do gênero continuam lá (romance bobinho, pai e filho que passam a se dar bem com a iminência do fim do mundo etc), mas o longa acaba se destacando por duas razões: é mais verdadeiro, ou melhor, menos absurdo, a desculpa do aquecimento global provocar devastadores fenômenos naturais é muito melhor e mais elaborada do que a de um meteoro gigantesco cair na terra; a outra razão é que o filme é muito menos americano que os outros do gênero, não possui todo aquele nacionalismo barato onde o Presidente salva o mundo com as próprias mãos, muito pelo contrário, o longa chega até a fazer uma série de críticas à política dos Estados Unidos.
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[Veja os participantes de "O Dia Depois de Amanhã"]
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Traffic
Traffic (EUA/2000)
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Um retrato da guerra ao narcotráfico nos Estados Unidos e no México no final dos anos 90 é o que promete “Traffic”, produção de Steven Soderbergh. E parece que ele consegue chegar bem perto. O filme mostra o trabalho da polícia dos dois lados da fronteira, de forma bem realista e imparcial. O filme também conta um pouco sobre o lado dos políticos, traficantes, e até mesmo dos viciados, mas o enfoque mesmo está na ação da polícia e da justiça americana e mexicana. Grandes atuações são o destaque de “Traffic”.
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[Veja os participantes de "Traffic"]
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Um Domingo Qualquer
Any Given Sunday (EUA/1999)
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"Nossa!! É muito Louco!!!" Sim, foi esse o comentário mais expressivo que eu ouvi ao sair de uma sessão de "Um Domingo Qualquer", drama esportivo que traz uma tonelada de astros no elenco. Mas, ao contrário do que possa parecer, ele não foi proferido por um garoto de 15 anos, cheio de espinhas, com calças largas e gírias de skatista, e sim por uma senhora de 65 anos que, atônita com o espetáculo visual que acabara de assistir, não havia gostado do filme e estava morrendo de dor de cabeça. CENAS GRITANTES! E essa é realmente a impressão que se tem quando se assiste a "Um Domingo Qualquer" ou a qualquer outro filme de Oliver Stone, um dos mais paranóicos cineastas que Hollywood produziu nos últimos anos: mais preocupado em montar cenas visualmente deslumbrantes, o diretor se esquece de que a história ainda é fundamental para o desenvolvimento de um filme.
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[Veja os participantes de "Um Domingo Qualquer"]
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