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Daniel Day-Lewis
51 anos, nascimento dia 29 de abril de 1957
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Vindo de uma tradicionalíssima família inglesa, onde seu pai, Cecil Day-Lewis, é um conceituado poeta inglês e seu avô materno é ninguém menos que Michael Balcon, uma importante figura do cinema na Inglaterra, Daniel Day-Lewis sempre foi bem-sucedido no cinema. O problema é que o ator é um amante declarado do teatro e por preferir os palcos sua filmografia não é muito extensa e seu ritmo de trabalhos é pequeno se comparado com os grandes astros atualmente. Mas se o considerado “De Niro inglês” peca em não nos dar muitos filmes, ele compensa na qualidade destes. Seu primeiro filme foi “Domingo Maldito”, de John Schlesinger, aos 14 anos.
Após esta ponta no cinema o ainda menino dedicou todo seu tempo ao teatro, e demorou onze anos para que ele retornasse à telona. E de 1982 a 1984 recebeu elogios por atuações em “Gandhi”, “Another Country” e “Drácula”. Porém foi a partir de “Rebelião em Alto Mar” que Day-Lewis entrou para o grupo dos grandes atores, estrelando logo em seguida “Minha Adorável Lavanderia” e “Uma Janela para o Amor”, tendo recebido o prêmio da Associação de Críticos de Nova York de melhor ator coadjuvante pelas duas produções.
Entretanto, até 1988, ainda havia quem desconfiasse que Daniel era um grande ator. Foi quando surgiu “A Insustentável Leveza do Ser”, de Philip Kaufman em que ele contracenava com Juliette Binoche e Lena Olin, para provar sua importância. Mas foi em 1989 que o 25º ator de todos os tempos (pela revista inglesa Empire), encantou o mundo com uma excepcional interpretação em “Meu Pé Esquerdo”, filme que lhe deu o Oscar de melhor ator. E foi a partir deste ponto que o ritmo de trabalho dele começou a mudar, e de lá pra cá apareceu em “A Época da Inocência” (seu primeiro trabalho com Martin Scorsese), “O Último dos Moicanos”, “Em Nome do Pai”, “As Bruxas de Salem” e “O Lutador”. Em 2002, após cinco anos parado, Daniel Day-Lewis, casado desde 1996 com a roteirista Rebecca Miller, volta a trabalhar com com Scorsese no excelente épico “Gangues de Nova York”. Depois de "Gangues...", Daniel deu entrevistas afirmando achar muito chata essa vida de ator e que não demoraria muito para aposentar. Mas em 2005, para dar uma força para a esposa Rebecca, o ator estrelou o drama dirigido pela mesma "O Mundo de Jack e Rose", co-estrelado pela filha de mãe brasileira Camilla Belle. Mostrando que a aposentadoria, por enquanto, foi colocada em segundo plano, Day-Lewis não demorou a ingressar em um novo projeto. Trata-se do anbicioso "Sangue Negro", de Paul Thomas Anderson, pelo qual conquistou seu segundo Oscar de melhor ator.
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Lucas Salgado
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| Galerias de fotos:
Daniel Day-Lewis no Oscar 2008 (12 fotos)
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Comentários, Biografias e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
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"Eu já admirava o ator pela perfomance epoca da inocencia etc... Agora admiro-o em dobro, pela humildade e delicadeza ao dedicar o premio ao falecido ator heath ledger. Daniel provou que além de ótimo ator, reconhece também o talento de outro, provando ao público um outro lado; A nobreza de carácter. "
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visitante Aurea Gontijo
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"Daniel Day Lewis é com certeza um dos melhores atores de cinema de todos os tempos. Costumo dizer que Day Lewis é o herdeiro de Marlon Brando. É verdade que este irlandês trabalha mais no teatro do que no cinema, mas mesmo assim minha opinião sobre ele não muda. "
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visitante do CinemaCAFRI
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