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O Fantasma da Ópera
The Phantom of the Opera (EUA/2004)
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"O clássico musical pela primeira vez no cinema"
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Inicialmente gostaria de tirar uma dúvida em relação à “O Fantasma da Ópera”. Muitas pessoas me têm perguntado se esta peça, de Gaston Leroux, já não teria outras adaptações cinematográficas, tendo em vista que a tagline do filme diz: “o clássico musical pela primeira vez no cinema”. Pois bem, a peça já foi adaptada, mais de uma vez, mas o musical não. Criado por Andrew Lloyd Webber em 1986, “O Fantasma da Ópera” é a produção teatral de maior bilheteria da história (US$ 3,2 bilhões), tendo sido exibida mais de 65 mil vezes em 18 países diferentes. Outra prova da popularidade do musical veio em 1987, quando foi lançado o álbum da trilha sonora original, que vendeu mais de 40 milhões de cópias em todo mundo.
Com tantos números extremamente positivos seria de se estranhar que uma adaptação para a telona fosse um grande fracasso. Seria... se não fosse esta dirigida por Joel Schumacher. O longa que teve orçamento de US$ 60 milhões deve se pagar por causa da bilheteria internacional, pois nos Estados Unidos não chegou aos US$ 50 milhões. O diretor dos infames “Batman Eternamente”, “Batman e Robin”, “8 Milímetros” e “Em Má Companhia” conseguiu fazer do filme um grande (não grandioso) desfile de carnaval. O filme só não virou 143 minutos de extremo desperdício por causa das composições de Lloyd Webber, que também assina o roteiro do filme.
A idéia de se adaptar o musical para os cinemas surgiu em 1990, quanto a peça estava no seu auge. A princípio esta seria protagonizada por Michael Crawford e Sarah Brightman (atores da montagem original), mas a produção foi adiada por causa do divórcio de Brightman com Lloyd Webber. Schumacher está no projeto desde aquela época. Ele foi chamado pelo compositor, que havia ficado impressionado com o talendo do diretor em trabalhar com a música em seu filme “Os Garotos Perdidos”.
Mesmo com o diretor sendo mantido, de 90 pra cá muita coisa mudou na equipe da produção, principalmente no que diz respeito ao seu elenco. Katie Holmes (“Por um Fio”) chegou a assinar contrato para viver a protagonista, mas foi recusada pelo diretor por causa de sua idade. Já Keira Knightley (“Simplesmente Amor”) não se enquadrou nos requisitos musicais que Sir Andrew Lloyd Webber exigia. Para interpretar o Fantasma foram sondados os atores Antonio Banderas (“Sherk 2”) e John Travolta (“Em Nome do Jogo”).
Depois que a diva da companhia teatral abandona o ensaio da nova peça a ser apresentada, os novos donos do teatro são obrigados a substituí-la pela jovem Christine Daae (Emmy Rossum, de “O Dia Depois de Amanhã”). Para surpresa de todos a jovem encanta ao público com sua voz, proveniente dos ensinamentos de um homem misterioso, o qual chama de o “Anjo da Música”. Este homem é na verdade o Fantasma da Ópera (Gerard Butler, de “Tomb Raider - A Origem da Vida”) que deseja que Christine seja sua para toda a eternidade. Para tristesa do Fantasma, a jovem reencontra um antigo amor dos tempos de criança, o Visconde Raoul de Chagny (Patrick Wilson). Mas é claro que o Fantasma não irá deixar barato, arquitetando vários planos para separar o casal.
Apesar de não comprometerem, nenhum figura do elenco se destaca. Wilson não tem carisma algum para viver o mocinho, Butler tem glamour quase que negativo e Rossum é um pouco “sem sal” para interpretar Christine, mas pelo menos ela tem uma excelente voz. Completam o elenco: Miranda Richarrdson, Minnie Driver e Ciaran Hinds.
Indicado a três Oscars (Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Canção Original, para “Learn to Be Lonely”), “O Fantasma da Ópera”, como destaquei anteriormente, vale por suas composições, mesmo que algumas das seqüências musicais sejam espalhafatosas, como a dos “Mascarados”. Deixa o gosto de que poderia ser muito melhor.
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Lucas Salgado
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Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
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"O crítico Lucas Salgado que me perdoe, mas não foi nada generoso. Chamar esta belíssima produção de baile de carnaval? Por favor, menos! O filme é muito bom, bom demais! Tanto que desperta um fascínio em muitos, basta fazer um rápida pesquisa. Na verdade, montar um filme não é fácil, além do mais com a responsabilidade de dar vida nas telas a um musical mais famoso e adorado do mundo. Não sou crítica de cinema, mas ameiii o filme e revejo sempre que posso, é incansável!
Recomendo para todos que apreciem um belo musical! "
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visitante Rafaela
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"Ao contrário do comentário negativo que li, achei o filme maravilhoso. Os atores principais foram excelentes no papel de cada um, o fantasma, feito por Gerard Butler, foi perfeito, prendendo o público com aquelas aparições rápidas despertando então muita curiosidade, a beleza física, a voz e o carisma do ator passou, principalmente para o telespectador feminino a sensualidade, a atração irresistível que exercía sobre Christine.
A atriz, Emmy Rossum, também emprestou à personagem o ar de ingenuidade, beleza discreta, sensualidade e a voz maravilhosa. Ela nos fazia questionar se amava ou só desejava o Fantasma.
Patrick Wilson, interpretou o visconde com maestria, apaixonado pela musa Christine, mas um amor maduro, inteligente, que conseguiu vencer a disputa pelo amor de Christine. "
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visitante Maria Natalina Feijo Garrido
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"O filme é maravilhoso extramamente fiel a obra original e ao musical. Pra quem gosta de uma boa produção, uma bela história e uma trilha sonora de respeito. Assistam! "
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visitante Camila C. Almeida
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"Esse filme me encanta cada vez que assisto ( isso que eu já assisti várias vezes), ele desperta em mim um sentimento mágico, que não tem explicação.
Quem gosta de músicais, gosta de o Fantasma da Òpera. Pelo menos é assim comigo.
Enfim, esse filme não se compara a nenhum outro. "
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visitante Bruna Zelone
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