[Escolha sua cidade] Brasil, 8 de janeiro de 2009
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O Incrível Hulk
The Incredible Hulk (EUA/2008)

Direção: Louis Leterrier

Roteiro: Zak Penn, Edward Norton

Baseado na Obra de: Stan Lee (Hulk), Jack Kirby (Hulk)

Elenco: Edward Norton (Bruce Banner), Liv Tyler (Betty Ross), Tim Roth (Emil Blonsky), William Hurt (General Thaddeus Ross), Robert Downey Jr. (Tony Stark), Tim Blake Nelson (Samuel Sterns), Ty Burrell (Dr. Samson), Christina Cabot (Kathleen Sparr), Peter Mensah (General Sam Greller)

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Gênero: Ação/Ficção Científica

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O cientista Bruce Banner (Edward Norton) esconde um terrível segredo: todas as vezes que ele fica com raiva, Banner se torna Hulk, um monstro de força e dimensões inacreditáveis. Fugindo do exército, que pretende utilizar Hulk como uma arma, Banner se esconde por todo o planeta enquanto busca a cura para sua condição. Mas ele precisará enfrentar seu maior inimigo, quando o exército cria o monstruoso Abominável, tentando capturar Hulk. Este herói dos quadrinhos chegou aos cinemas em 2003, mas o fracasso do filme fez com que os produtores relançassem a franquia, começando novamente a história do grande monstro verde em 2008.
Trailer de O Incrível Hulk Idioma: Inglês/Sem Legendas
Assista ao vídeo no formato: Pequeno : Médio : Grande Fonte: Apple Movies
Teaser de O Incrível Hulk Idioma: Inglês/Sem Legendas
Assista ao vídeo no formato: Pequeno : Médio : Grande Fonte: Apple Movies
Imagens de "O Incrível Hulk"
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Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes

"O Incrível (e varicoso... ) Hulk
Neste último final de semana vi finalmente a nova aventura do verdão da Marvel, que aposta dessa vez mais na ação vertiginosa, a cargo do diretor Louis Leterrier ( da série “Carga Explosiva” ) do que na análise psicológica profunda, característica do filme anterior de Ang Lee.
Se o primeiro filme era como uma graphic novel, ou pelo menos o que acho que deveria ser uma graphic novel: A interpretação pessoal de um artista sobre um determinado personagem, não precisando necessariamente ser fiel ao cânone oficial de origem ou cronologia, o que pode ter desagradado à parte do público, que estava esperando um filme-pipoca descerebrado, divertido e esquecível (como mais tarde seriam os filmes do “Quarteto Fantástico”) a nova aventura é um competentíssimo gibizão, com medidas certas de aventura, ação, humor e... Personagens bem delineados e com boas atuações! Além de ter mais fidelidade aos quadrinhos e, ao seriado televisivo da década de 70 / 80 que ajudou a popularizar o personagem. Não é uma obra-prima, mas é um grande barato de assistir!
Após a abertura que de forma rápida e sintética recria toda a origem do personagem (descartando o que foi mostrado no filme anterior) num mix dos quadrinhos e do seriado, vemos Bruce Banner (Edward Norton, em grande interpretação) escondido na favela da Rocinha (na verdade, a favela de Tavares Bastos) tentando encontrar a cura para a sua maldição através da flora brasileira, exercícios respiratórios de artes marciais (algo que me parecia uma mistura de capoeira ou yoga, confesso que fiquei meio na dúvida), além de manter contato on-line com um pesquisador misterioso que o ajuda em sua busca.
É claro que para ter ação, temos que ter antagonistas e aí entram o Gen. Tadheus “Thunderbolt” Ross (William Hurt, muito bom como um velho rabugento) e o seu novo comandado: Emil Blonski (Tim Roth, sempre competentíssimo) e se põem à caça quando uma pista aparece (atenção galera, para a ponta do Stan Lee, que está virando o Hitchcock, ou Wally do novo milênio... ) Revelando o paradeiro de Banner. Agora, quando a força-tarefa vai ao encalço de Banner, cercando o perímetro, o General Ross diz a típica frase de filme americano: - “Vocês podem ir pegá-lo sem receio, nós temos a cooperação das autoridades locais! ”, Eu imediatamente tive o seguinte pensamento: - “Quais autoridades? O tráfico, ou as milícias? ” Foi de certa forma um momento de humor negro, talvez involuntário, mas no geral, não tenho do que me queixar da retratação do momento “Cidade de Deus” do filme, pois não havia aquela coisa cucaracha a que sempre somos associados nos filmes, apesar dos valentões nativos que perseguem Banner, chegarem perto disso (tudo bem, que eu só encontrei cinema com cópia dublada, e não pude checar o sotaque, mas não me parecia estarem falando castelhano).
Após a fuga do Brasil, vemos o nosso pobre homem pobre (e esfarrapado) perambulando de volta para casa, com direito do tema “The lonely man” do seriado (“Tân tânrâm, Tân tânrâm... ” Acho que se escreve assim. Meu ouvido é péssimo! ) E a brilhante explicação para as “incríveis” calças do incrível Hulk. Simples, mas explica bem aquela pergunta que todos nós, nerds de plantão, sempre nos fazíamos há décadas. Não vou dizer o que é, mas que é uma boa desculpa é! Enquanto Banner brinca de “o fugitivo”, exercendo seus talentos de coiote para atravessar a fronteira americana, Ross explica ao sequioso de poder Blonski sobre a aplicação militar da pesquisa de Banner, para recriar plenamente um experimento inacabado da 2ª Guerra Mundial: O soro do supersoldado ( a panacéia que tornou o franzino Steve Rogers no Capi... Mas isso é assunto para outro filme! ), Ao que Blonski se oferece de bom grado como cobaia, aumentando sua força e velocidade, mas, após levar um piparote do verdão na metade do filme, e quebrar a maior parte dos seus ossos ( só não ficando um aleijado graças as propriedades regenerativas do soro do super soldado... ) Blonski, obcecado por mais poder, se submete a mais uma dose... E é claro que tudo isso posteriormente degringola na sua transformação no Abominável, grande rival do Hulk, apesar de neste filme não ter o visual reptiliano dos quadrinhos.
Em contraponto a tanta macheza ao longo do filme, temos Beth Ross ( Liv Tyler e sua presença fofa ) cuja doçura é uma das poucas coisas que contém a fúria do verdão. Aqui temos um grande equilíbrio entre filme de ação e filme de personagem, como se houvessem dois filmes muito bem mesclados para que a receita não desande. Ora é o filme do Banner, mais profundo, preocupado com o seu drama, sua impossibilidade de viver a sua vida unto de seu amor; E ora é o filme do Hulk, explosivo, ágil, cheio de adrenalina. Uma alternância de momentos ágeis e lentos, que nem superficializa demais e nem aprofunda de menos. Um Jekly & Hyde que funciona.
Atenção para a presença da shield e de outros personagens do Universo Marvel, ligados à mitologia do Hulk e a ligação com o filme do Homem de Ferro (Pelo menos não precisamos esperar passar os créditos finais! ). O que mais me chamou a atenção, foi a mudança da caracterização do Hulk, pois além dos avanços da cgi desde o 1° filme, temos uma mudança da concepção estética, uma vez que no filme de Ang Lee, apesar do tamanho, ele tinha as proporções de um garotinho ( monstruoso, mas um garotinho ) pois o foco eram as emoções traumáticas da infância de Banner. Aqui, o Hulk parece muito mais, um monstro adulto, de aspectos selvagens, inspirados no traço de Sal Buscema, além de ter uma musculatura mais fibrosa e um aspecto mais sujo, e... Varicoso, com as veias saltando em toda a extensão do seu corpo (transformar-se num gigante de três metros de altura em segundos deve, além de ser extremamente doloroso, trazer sérios problemas circulatórios... ). Cortesia da Rithm and Hues e sua habilidade de caracterização de personagens.
Um filme que vale a pena ver, para acompanhar a construção do Universo Marvel nos cinemas. Só espero, como já disseram antes, que isto não degringole para um bizantinismo, onde para entender um filme, você tem que ter assistido os últimos cinco, 6 que foram lançados antes. Seria uma pena. "

visitante Alexandre César Dos Santos Moura

"Tanto no 1° com no 2° filme tem uma ponta do antigo hulk da decada de70/80 muito legal o segurança que fikou com pizza dada por bruce... "

visitante Adriano
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