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Ecos do Além
Stir of Echoes (EUA/1999)
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"Em toda mente há uma porta que nunca deve ser aberta."
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Todos nós sabemos que a onda em Hollywood é que, quando um filme faz sucesso vem uma ou mais produções tentando pegar carona com ele. “Ecos do Além” pode ser considerado um primo pobre de “O Sexto Sentido”. O já famoso "eu vejo pessoas mortas" é trocado por um similar "como é estar morto?". Originalidade passou longe. Não é preciso ter poderes extra-sensoriais para perceber semelhanças entre “Ecos do Além”, de David Koepp, e o mega sucesso “O Sexto Sentido”. Nos dois filmes tem um menino que vê gente morta e a presença de espíritos que gelam o ambiente. A grande diferença entre os filmes, é que o filme estrelado por Bruce Willis tinha um roteiro bem melhor, atores mais expressivos e um final espetacular. Já “Ecos do Além” só tem um roteiro baseado em um romance de Richard Matheson escrito em 1958. Tom Witzky (Kevin Bacon) é um homem normal, com uma esposa grávida, Maggie (Kathryn Erbe), e um filho pequeno, Jake (Zachary David Cope). Durante uma conversa com amigos, ele convence sua cunhada, Lisa (Illeanaq Douglas), a hipnotizá-lo, para provar que a hipnose não existe. A hipnose não só dá certo como, por causa de uma frase que sua cunhada diz ("Mantenha a mente aberta"), Bacon começa a ter um contato com o além. De acordo com o filme, ele se transforma em um receptor. Depois de abrir as portas da sua mente para o sobrenatural, ele começa a se comportar de maneira estranha. Enxerga o espírito de uma mulher e busca incessantemente solucionar o mistério que o fantasma esconde. A coisa é sustentada pelo filho que conversa com a vítima. Resumindo, o filme é ruim e você não deve perder seu tempo assistindo, valendo muito mais ver “O Sexto Sentido”, mesmo sabendo o final e tendo visto centenas de vezes.
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Lucas Salgado
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