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Guerra nas Estrelas Episódio VI O Retorno de Jedi
Star Wars Episode VI The Return Of The Jedi (EUA/1983)
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"A queda do império..."
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Gostaria de começar essa crítica fazendo uma reclamação. Antes que eu seja linchado, não vou reclamar de “O Retorno de Jedi”, mas sim desse título: “O Retorno DE Jedi”. Os tradutores erraram em não usar o artigo (como no título em inglês “...of THE Jedi”) pois assim mudaram o sentido do mesmo, dando a impressão que Jedi é uma pessoa especifíca, e não um grupo de Cavaleiros que mantém a paz na galáxia. Agora chega de reclamações e vamos falar do gran finale criado por George Lucas para sua saga épica. O filme começa no distante planeta de Tatooine, onde Han Solo (após ter sido congelado em carbonite na Cidade das Nuvens em “Guerra nas Estrelas Episódio V O Império Contra Ataca”) é mantido como decoração na parede da fortaleza do terrível Jabba, o Hutt. Depois de Leia, Lando, Chewbacca e nossa cômica dupla de robôs R2-D2 e C-3PO tentarem um “resgate” de seu amigo, Luke Skywalker, agora avançado em seu treinamento Jedi, vai confrontar o temível hutt para barganhar pela liberdade de Solo. Depois de ter assegurado a liberdade de Solo e seus companheiros, Luke vai ao encontro do mestre Yoda para terminar seu treinamento, e depois encontrar-se com a Aliança Rebelde. Os rebeldes sabem que Darth Vader está supervisionando a construção de uma segunda “Estrela da Morte” (orbitando a lua de Endor), e cabe a Aliança Rebelde destruí-la, acabando assim de uma vez por todas com a mais temível arma já criada pelo Império. Mas o sinistro Imperador conhece os planos da Aliança, e vai usá-los para atingir seus próprios objetivos: levar Luke Skywalker para o lado negro da Força. ”O Retorno de Jedi” é considerado um dos melhores filmes da saga (a disputa pelo título de melhor “Guerra nas Estrelas” fica entre ele e “O Império Contra Ataca” e gera intermináveis discussões entre os fãs). A trilha sonora continua sendo assinada pelo maestro John Williams, o filme é eletrizante e tudo parece convergir para um final monumental onde o destino da galáxia será decidido (literalmente). A sequência final nos leva a épica batalha, cheia de diálogos grandiosos e marcantes, do Imperador e de seu pupilo Vader contra o corajoso Luke. Infelizmente a sequência final também nos leva aos ewoks (os peludos habitantes de Endor) e como eles venceram as tropas de elite do Imperador (como aqueles “ursinhos carinhosos” venceram, com lanças e pedras, soldados de infantaria e tropas mecanizadas vai continuar sendo, para mim, um dos grandes mistérios da humanidade). O roteiro original de George Lucas incluí mais três filmes, que continuariam a saga a partir da destruição do Império, no final deste. Mas, para a tristeza dos fãs, o criador de “Guerra nas Estrelas” já falou que não pretende passar o resto da vida filmando as continuações. Resta a esperança que algum bom diretor queira assumir a tarefa e, mais importante que isso, a responsabilidade de carregar o peso da maior saga cinematográfica da história. E para George Lucas, a quem a Confraria será sempre grato por ter trazido essa fantástica aventura à realidade, nós dizemos: “Que a Força esteja sempre com você!”.
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Gustavo Catão
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