/ filmes / Sombras da Noite
voltar
Sombras da Noite
Dark Shadows (EUA/2012)
Direção:
Tim Burton
Roteiro:
Seth Grahame-Smith
Elenco:
Johnny Depp (Barnabas Collins),
Christopher Lee (Bill Malloy),
Michelle Pfeiffer (Elizabeth Collins Stoddard),
Eva Green (Angelique Bouchard),
Helena Bonham Carter (Dra. Julia Hoffman),
Jonny Lee Miller (Roger Collins),
Jackie Earle Haley (Willie Loomis),
Chloe Moretz (Carolyn Stoddard),
Bella Heathcote (Victoria Winters / Josette duPres),
Gulliver McGrath (David Collins)
Gênero: Comédia, Fantasia
Vídeo (Sombras da Noite - Trailer Legendado (HD) )
Origem desconhecida
(Idioma não informado)
Vídeo (Sombras da Noite - Trailer Legendado (HD))
YouTube
(Inglês/Legendas em Português)
crítica por Sergio Batisteli
A bruxa e o vampiro
Nos anos 1770, o amor de uma bruxa não correspondido, foi uma decisão fatal para as pessoas próximas e na vida do rico rapaz da família Collins. Uma das maldições da bruxa Angelique Bouchard (Eva Green), foi transformar Barnabas Collins (Johnny Depp) em vampiro e aprisioná-lo em um caixão.
EUA, 1972. A jovem Victoria Winters (Bella Heatchote) vai trabalhar na mansão dos Collins. Ela se depara com uma família excêntrica de ricos decadentes. Uma adolescente rebelde, Carolyn Stoddard (Chloë Moretz), o loiro metido Roger Collins (Johnny Lee Miller), a psiquiatra alcoólatra Dra. Julia Hoffman (Helena Bonham Carter) e a mãe dominadora Elizabeth Collins Satoddard (Michelle Pfeiffer).
Sombras da Noite (Dark Shadows, EUA – 2012, 113 min.) apresenta a oitava parceria do ator Johnny Depp com o diretor Tim Burton. “Edward, Mãos de Tesoura” (1990), “Ed Wood” (1994), “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999), “A Fantástica Fabrica de Chocolate” (2005), “A Noiva Cadáver” (2005), “Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” (2007) e “Alice no País das Maravilhas” (2010).
O vampiro, Barnabas Collins, é libertado de seu caixão em plena década 70. Época que ficou conhecida nos EUA, como “tudo era permitido”, inclusive na moda. É justamente neste contexto histórico que Barnabas sai às ruas, com a pele extremamente branca, maquiado, usando unhas compridas, bengala e com um figurino gótico. Ele não causa espanto com seu visual por onde passa.
Em “Sombras da Noite”, Tim Burton acerta em utilizar uma das suas melhores características, o humor. Na transição do personagem do vampiro ao século XX, Depp está ótimo. O diretor mescla antigos costumes de Barnabas, com o mundo contemporâneo. Em uma das cenas, por exemplo, quando ele vê o imponente “M” luminoso do McDonald`s, o vampiro imagina que seja o Mefistófeles vindo para buscá-lo.
O longa-metragem possui uma narrativa de roteiro muito bem construída. Personagens com figurino e maquiagem excelentes.
crítica por Bruno Knott
"Sombras da Noite" é mais uma parceria entre Johnny Depp e Tim Burton em que Depp dá vida a um ser esquisitão. A dupla já nos brindou com ótimos filmes como "Edward Mãos de Tesoura" e "Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet", mas também foi responsável por outros não tão memoráveis, como "Alice no País das Maravilhas" e o remake de "A Fantástica Fábrica de Chocolate".
É praticamente impossível que uma parceria sempre dê resultados positivos. Nem sempre os dois estão em suas melhores formas ao mesmo tempo. Aqui Johnny Depp cria uma das personagens mais interessantes de sua carreira, mas Tim Burton realiza um trabalho irregular. Tire Depp de "Sombras da Noite" e o filme já era.
Dark Shadows era uma novela com uma temática gótica e sobrenatural transmitida diariamente pelo canal americano ABC. Ela sobreviveu de 1966 a 1971, teve cerca de 1200 episódios e construiu uma boa base de fãs, entre eles Depp e Burton.
O filme conta a história de Barnabas Collins, um rapaz que teve o azar de ser o alvo do amor de Angelique (Eva Green), uma bruxa de verdade, mas sem verruga na ponta do nariz e sem vassoura voadora. Uma vez que Barnabas não corresponde ao amor de Angelique, ela o transforma em vampiro e o deixa enterrado por quase 200 anos. "Só" isso.
Barnabas acorda em 1972 após um longo sono embaixo da terra. Os momentos de humor gerados pelo estranhamento do vampiro em relação ao século XX é que fazem o filme valer a pena. Ele reage de maneira hilária a objetos e situações das mais prosaicas, como um abajur de lava, o símbolo do McDonalds e uma consulta com uma psiquiatra. A fala pomposa e arcaica de Barnabas também garante ótimos momentos, mostrando todo o diferencial de um Johnny Depp inspirado.
O visual de "Sombras da Noite" é um acerto já esperado de Tim Burton. Os cenários sombrios e melancólicos nos dão a certeza de que o diretor não perdeu a habilidade quando o assunto é técnica. Infelizmente não dá para dizer o mesmo em relação a história em si. O roteiro é uma verdadeira bagunça, misturando elementos de terror e comédia, nunca encontrando o tom certo. Há um excesso de personagens, que não são desenvolvidos de maneira adequada, culminando em um desfecho extremamente arrastado, nada criativo e que ainda traz forçadas revelações de última hora.
No futuro só vai ser lembrado por ser o filme em que Johnny Depp é um vampiro. Tinha potencial para ser algo melhor, mas não foi dessa vez. Agora é esperar por "Frankenweenie", animação de Tim Burton que chegará aos cinemas brasileiros em novembro de 2012.
crítica por Clênio Viégas
A parceria entre Tim Burton e Johnny Depp já proporcionou ao cinema momentos memoráveis, como o encantador "Edward Mãos de Tesoura" e o excelente "Ed Wood". A criatividade delirante de Burton unida à tendência à extravagância de Depp foi responsável por um time cuja assinatura visual nunca foi menos do que fascinante. Agora a dupla trabalha junto pela oitava vez, e o resultado final é um misto de filme de terror gótico com comédia de costumes, inspirado em uma série de TV do final dos anos 60. "Sombras da Noite" é visualmente excitante mas, se consegue fazer rir com algumas piadas realmente engraçadas (ainda que possam não agradar ao mal-acostumado público médio) não consegue atingir todos os seus objetivos. É deslumbrante, mas oco.
Tudo começa no século XVIII, quando o jovem Barnabas Collins (um Johnny Depp mais controlado do que o habitual) é amaldiçoado por uma das jovens empregadas de sua mansão (Eva Green), que, apaixonada e rejeitada, o transforma em um vampiro e o enterra a sete palmos. Em 1972, durante uma escavação, seu caixão é descoberto e ele vai à procura de sua propriedade, sempre surpreendendo-se com as inovações tecnológicas e sociais da época. Seu susto é ainda maior quando descobre que os únicos remanescentes de seu clã são meia dúzia de problemáticos falidos liderados pela bela Elizabeth (Michelle Pfeiffer, sempre linda). Para reerguer o patrimônio Collins, eles se unem e acabam indo de encontro aos interesses de uma jovem milionária que domina a cidade - e que, na verdade, é a bruxa que ainda se mantém apaixonada por ele.
Assitir a "Sombras da Noite" é uma delícia em termos estéticos. A fotografia e a direção de arte são nada menos do que espetaculares, assim como o clima proposto por Burton de homenagear a série que o inspirou. A trilha sonora de Danny Elffman - que conta com hits do início dos anos 70 utilizados exemplarmente - contribui para estabelecer o momento histórico do filme, e o elenco está em dias inspirados - em especial a ótima Helena Bonham Carter na pele de uma terapeuta alcóolatra e Michelle Pfeiffer a cada dia mais linda como a matriarca superprotetora. Mas não há como não perceber a falta de foco do cineasta em contar sua história. Nem é a mistura de gêneros que incomoda, uma vez que o roteiro equilibra bem seus elementos. O problema maior é que não há química entre o casal central (Depp e a jovem Bella Heatcote, na pele da tutora do sobrinho adolescente de Elizabeth) e a trama descamba para um clímax quase despropositado, com lutas e efeitos especiais que destoam do clima proposto até então - um exemplo disso é a revelação a respeito da adolescente rebelde vivida por Chloe Grace Moretz, que parece tão absurda quanto o fato de Barnabas ser apaixonado pela sem sal Heatcote enquanto a lindíssima Eva Green corre atrás dele o filme todo.
No final das contas vale a pena dar uma conferida em "Sombras da Noite". Como acontece em qualquer filme de Tim Burton a produção é impecável e o elenco salva o espetáculo. Além do mais arranca algumas boas gargalhadas. E já mencionei a beleza de Michelle Pfeiffer?
crítica por Matheus Pannebecker
Tim Burton sabe dar visual a um filme. Só que há um bom tempo já deixou de saber contar uma história. "Sweeney Todd", por mais interessante que seja, chama mais atenção pelo lado do musical do que pelo desenvolvimento da trama em si. "Alice no País das Maravilhas", então, melhor deixar de lado para não remoer aquela enorme decepção… Por isso, não é surpresa alguma "Sombras da Noite" causar tanta preguiça e má vontade. Só que a situação é pior do que se esperava: além de ser um dos piores filmes da carreira do diretor, essa nova parceria entre Tim Burton e Johnny Depp só atesta o quanto o primeiro esqueceu de que antes se prioriza a história para depois dar atenção ao visual, e como o segundo já decidiu que atuará para sempre no piloto-automático.
"Sombras da Noite" traz, novamente, um Tim Burton inexpressivo, submerso em uma acomodada repetição de estilo e visual. Só que agora tudo dentro de uma história completamente bagunçada. Ao adaptar a série de TV homônima para o cinema, o diretor, em parceria com o roteirista Seth Grahame-Smith, orquestrou uma história que sofre, justamente, por ter traços episódicos demais. São personagens demais e foco de menos. Nenhuma figura de "Sombras da Noite" é bem desenvolvida, nem mesmo o próprio protagonista Barnabas Collins (Depp). O filme, assim, é uma miscelânea desinteressante de vários tipos bizarros e situações avulsas. Falta história no filme – e isso, claro, afeta diretamente o ritmo, que se torna arrastado em função da falta de um conflito condutor no roteiro.
Quem é mais benevolente e consegue deixar o senso crítico de lado até pode se divertir com a proposta de humor do filme. Mas, sinceramente, não consegui embarcar em piadas que já foram exploradas à exaustão no cinema, especialmente aquelas do homem que acorda depois de muito tempo e não entende nada de carros, tecnologia e novos comportamentos da sociedade. Definitivamente, originalidade não é a palavra-chave do filme. Já quando tenta dar alguma dimensão dramática ou de suspense para a história, "Sombras da Noite" usa truques artificiais e sem impacto, como a boba revelação envolvendo um lobisomem e despedidas indiferentes de alguns personagens (Helena Bonham Carter, por exemplo, sai repentinamente da história sem qualquer efeito interessante para o enredo).
O elenco tenta. E parece que eles estão mesmo se divertindo. Só que não nos convidam para a diversão. Ainda vale destacar algo que é de deixar qualquer um profundamente triste: a acomodação de Johnny Depp. Sem entregar um desempenho inovador desde sabe-se lá quando, o ator constrói um Barnabas Collins que nada mais é do que uma infinita variação de trejeitos de outros personagens seus, como o capitão Jack Sparrow (percebam o jeito de andar, as caretas de surpresa, o jeito de mover a boca). Se fosse para eleger alguém que mais se destaca, certamente seria Eva Green – mais pelo que o papel proporciona do que por maiores brilhantismos dela. Ah, e ainda temos a personagem da velhinha avulsa que não diz uma palavra sequer, mas que por ser justamente aleatória tem seu valor.
Se a direção de arte continua boa – mas não inovadora – e o clima sombrio característico do diretor também, por outro lado tais escolhas não surtem mais o mesmo efeito. Inclusive, com "Sombras da Noite", é válido questionar até mesmo a capacidade de Burton de fazer homenagens: proposital ou não (e se não for, a situação fica ainda pior), uma das cenas finais é cópia descarada de um momento de "A Morte Lhe Cai Bem", do diretor Robert Zemeckis. Só que, se o filme estrelado por Meryl Streep, Goldie Hawn e Bruce Willis era espirituoso e ria de suas próprias bobagens, "Sombras da Noite" já não consegue ter essa mesma inspiração. Aliás, perto dessa pequena tragédia de Burton, "A Morte Lhe Cai Bem" pode muito bem ser considerado até obra-prima.
Programação
Filme fora de cartaz ou programação indisponível
Cinema é Invenção
Sergio Batisteli
Coluna
Estreias da telona, Lançamentos em DVD e Blu-Ray, notícias e indicações de filmes para diversos gostos. Outras informações sobre cinema no Blog do Sergio Batisteli:
Colunista
Repórter e crítico de cinema. Pós-Graduado em Jornalismo Cultural, seu interesse é por todos os caminhos que estão relacionados à sétima arte.
Fazer Cinema
Celso Meireles
Coluna
Vamos olhar para os detalhes! Vamos pensar no meio e não apenas do fim! Vamos falar de fazer cinema!
Colunista
Um dos fundadores da Confraria, diretor de alguns curtas, está dirigindo seu primeiro longa ("Voo Cego").
Pipoca Zumbi
Gustavo Catão
Coluna
Um pouco de tudo o que rola no cinema, de filmes cerebrais a filmes cheios de "Cérebros!"
Colunista
Um dos fundadores da Confraria e grande fã de sci-fi, terror e westerns. Em caso de emergência, pode ser usado como fotógrafo e técnico em efeitos visuais.
Do Cult ao Trash
Lucas Salgado
Coluna
O cinema pode ser apenas a SÉTIMA arte, mas aqui está sempre em PRIMEIRO lugar.
Colunista
Um dos fundadores da Confraria de Cinema e coordenador de comunicação do Festival CineMúsica. Cinéfilo de carteirinha, sem preconceito de gêneros.
Mais que Mil Palavras
Plinio Meirelles
Coluna
Finalmente, alguém que GOSTA de cinema!
Colunista
Ator, Cineasta, Gerente de Projetos Sociais. Também sou bom para frieiras. Uso Tópico!
Old Days
Marie Matos
Coluna
Dicas de clássicos de todos os tempos, gêneros e gostos.
Colunista
Cinéfila, apaixonada pelas artes, jornalista.
Augenblick
Vivian Lopes
Coluna
A palavra em alemão significa momento, instante. É composta por duas outras palavras: olho (Auge) e olhar (Blick). Ou seja, o sentido desta formação é que o momento equivale à duração de um rapido olhar, um piscar de olhos.
Colunista
Educadora e pesquisadora.
Pelos Flancos
Thiago Mattos
Coluna
Físico gosta de cinema? Gosta!
Colunista
Um Físico irreverente e muuuuito louco, aprontando muuuuitas trapalhadas na Alemanha...
Nadsat
Bernardo Gariglio
Coluna
Filmes de ficção ou documentários, sem restrições de gênero ou de país mas preferencialmente aqueles que, de alguma maneira, se destacam em sua relação com a música.
Colunista
Engenheiro e músico amador prefere citar os filmes através de seu título original pois está a par da Conspiração dos Tradutores Brincalhões.
Apimentário
Cristiano Contreiras
Coluna
Apimentário – Cinema & Sexualidade. Propõe análises sexuais sobre personagens em filmes específicos. Publicitário e jornalista, viciado na Sétima Arte. Aprecia uma boa pimenta. Costumar ler livros de Clarice Lispector nas madrugadas.
Colunista
Típico noctívago, é publicitário e estudante de jornalismo. Viciado na Sétima Arte, respira cinema diariamente.
Fred Burle no Cinema
Fred Burle
Coluna
Cinema escrito de Berlim para o Brasil.
Colunista
Arquivista de formação, atualmente exerce o ofício de produtor e crítico de cinema.
Cinema e Popcorn
Mayara Bastos
Coluna
Um espaço para analises de produções cinematográficas, independente de gênero ou localidade.
Colunista
Futura publicitária, cinéfila e apreciadora de fortes emoções.
Câmera Invertida
Vitória Angela
Coluna
Filmes brasileiros, de todos os tipos, formatos, de hoje e de ontem para fugir do senso comum e descobrir novos planos.
Colunista
Atriz e jornalista.
Cine Tdscko
Lula Tdscko
Coluna
Resenhas, listas top 10, textos sobre comportamento, humor, enfim, uma coluna sobre cinema instigante e descontraída.
Colunista
Drama, Ação ou Terror, Hollywood, Bollywood, ou Nacional, Cinema, Vídeo ou TV, enfim, o que gosto mesmo é de um bom filme!
Um Filme por Dia
Clênio Viégas
Coluna
Filmes e mais filmes.... novos e antigos. De qualquer época. De qualquer país. Se me tocou de algum jeito, está aqui.
Colunista
Ex-estudante de jornalismo, aspirante a dramaturgo, fã de cinema, teatro, literatura e boa música.
Comentando Cinema
Silvano Vianna
Coluna
Nesse espaço falarei de filmes que assisti, fazendo críticas e dando indicações também de algumas produções mais antigas. Para mais textos visitem:
Colunista
Psicólogo, apaixonado pela 7ª arte. Co-fundador do Cinema Detalhado e hoje colunista do Confraria.
Britto - Detalhado
Tiago Britto
Coluna
Nesse espaço falarei de filmes que assisti, fazendo críticas e dando indicações também de algumas produções mais antigas. Para mais textos visitem:
Colunista
Administrador, Empreendedor, Comentarista de Cinema e Aspirante a Músico e Ator.
Sonora7
Zé Felipe
Coluna
O seu guia para a música da sétima arte.
Colunista
Psicólogo, ex-publicitário e músico nas horas vagas.
Musical Taste
Pedro Tavares
Coluna
Onde a música é a protagonista. Confira também meu site
Colunista
Formado em cinema, é produtor do Festival Internacional de Cinema Infantil e editor do site Cinema O Rama.
Saindo do mainstream
Iara Magalhães
Coluna
Sem preconceito com nacionalidade ou idade. A intenção aqui é lembrar que, antes de ser lucrativo, o cinema é uma arte.
Colunista
Economista, administradora e apreciadora do belo, o que faz do cinema uma de suas maiores paixões.
7 Marte
Daniel Medeiros
Coluna
Espaço destinado à abordagem de temas relacionados à sétima arte como notícias, trailers, curtas e críticas de filmes. Extensão do blog:
Colunista
Formado em Cinema e Vídeo, apaixonado por filmes e aspirante a crítico.
Análise Insubordinada
Christian Farias
Coluna
Uma abordagem crítica sobre o mundo do cinema, do Burlesco ao Pós-Moderno.
Colunista
Jornalista diplomado, Pós-Graduado em Produção Audiovisual. Um amante da mais insubordinada das artes.
Meu blitzkrieg!
Davi Matias
Coluna
Ataque surpresa, massivo e pessoal ao mau gosto.
Colunista
Jornalista desalmado. Procurado por crimes de terrorismo intelectual.
Cultura Intratecal
Bruno Knott
Coluna
Cinema abordado de uma maneira direta e objetiva, com espaço para clássicos e lançamentos.
Colunista
Estudante de medicina e fã de Kubrick, Kurosawa, westerns e zumbis.
Cinema e Argumento
Matheus Pannebecker
Coluna
Do drama à comédia, do clássico ao contemporâneo. No cinema, não existe certo ou errado. O que vale é o que sentimos.
Colunista
Cinéfilo e blogueiro irremediável desde o encontro com “As Confissões de Schmidt”.
Madame Lumière
Cristiane Costa
Coluna
Sou Madame Lumière. Cinema é o meu luxo!
Colunista
Uma amante do Cinema, da Literatura, da Dança e das Artes. Fã de filmes clássicos. Apaixonada por Scorsese.