|
|
 |
 |
 |
 |
|
|
|
|
|
 |
|
 |
|
|
|
 |
 |
Shortbus
Shortbus (EUA/2006)
|
 |
 |
|
|
 |
São raros os filmes que com um minuto de projeção você se arrepende de ter entrado na sala de cinema. Pois bem, “Shortbus” é um desses filmes! Dirigido e escrito por John Cameron Mitchell, o longa causou polêmica por onde passou, com alguns ovacionando a produção e outros debandando das salas de cinema. Como podem ver, estou do lado dos que não gostaram. Não debandei da sessão, mas confesso que tive vontade.
“Shortbus” conta a história de uma terapeuta sexual que nunca teve um orgasmo (Sook-Yin Lee), de uma dominatrix que não consegue se relacionar com ninguém (Lindsay Beamish) e de um casal gay tentando manter um relacionamento aberto (Paul Dawson e PJ DeBoy). Estes personagens emocionalmente abalados têm suas vidas entrelaçadas ao se encontrarem no clube Shortbus, uma casa de, digamos, libertação localizada na Nova York pós-11 de setembro.
Exibido no Festival de Cannes 2006, na Mostra de São Paulo 2006 e no Festival do Rio 2007, “Shortbus” é um apanhado de cenas chocantes em meio uma trama boba e má desenvolvida. É um filme que tenta transgredir, mas acaba por agredir.
Entre inúmeros defeitos, o filme merece aplausos em dois quesitos: a maquete da cidade de Nova York e a trilha sonora. O grande problema é que as ofensas gratuitas são tantas que não vale a pena conferir o filme apenas para ouvir a trilha e ver parte do cenário.
|
|
Lucas Salgado
|
 |
|
|
 |
|
|
 |
 |
|
Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
|
 |
|
"O filme traz cenas de sexo explícito. E… Uma resposta do Mitchell ao lhe perguntarem a diferença entre essas cenas e pornografia: “O propósito da pornografia é estimular, apesar de que aqui a prioridade é a vida emocional dos personagens.” E arremata: “O sexo foi desvalorizado pela pornografia.”
Logo no início… me vi lembrando de uma conversa entre os dois personagens de “O Balconista” (Clerks)… como também me senti penalizada pelo rapaz; pelo esforço em fazer aquilo… E o porque desse ato? Ao desenrolar do filme, vem a explicação. Ele é o James. Vive uma crise existencial… Seu companheiro, Jamie, tenta ajudá-lo, mas só no que o outro lhe dá acesso.
Numa dessa ajuda… Eles conhecem Sofia. Ela é uma terapeuta sexual que também passa por um desacerto: não consegue ter orgasmo. Durante um descontrole numa das sessões… Os dois, lhe falam sobre o Shortbus.
O que vem a ser o Shortbus? Um Salão onde rola de tudo… Um ponto nova-iorquino underground. Onde as pessoas ainda sob um efeito pós 11 de Setembro, vão para liberarem suas energias… Tentarem se conectar uns aos outros… Por ali não haver cobranças…
Sofia conhece por lá Severin, uma dominatrix, que também está insastifeita. Ambas procuram se ajudar.
Outros personagens também pontuam o filme. Atuação, trilha musical, cenários, perfeitos!
Eu gostei do filme! Nota: 8,5."
|
|
visitante Valéria Miguez
|
 |
|
"Gostei do filme. Boa trilha sonora, atores bonitos, boas interpretações e muita loucura. Não sei por que mas me lembrou um pouco o visual de Calígura, de Tinto Brass.
Também acho que a crítica foi preconceituosa. Afinal por que tantas pessoas se sentem ofendidas com cenas de nudez e sexo? Seja entre pessoas de sexo oposto ou do mesmo sexo? Não entendo.
A trilha é maravilhosa, a animação espetacular. Peca um pouco pela história: Meio bobinha. Talvez por ser um filme norte-americano em que tudo tem que ser matigado e explicadinho para a platéia. Mas vale o ingresso sim.
Só é preciso deixar claro que tem cenas de sexo explícito gays e heteros. Alguns podem se sentir ofendidos. "
|
|
visitante Rodrigo Gabriel
|
 |
|
"O filme é diferenet não vai mesmo agradar a todos, mas eu aconselho a todas as pessoas que gostem de cinema e polemica que assistam.... Fora que a trilha sonora é algo espetacular! Vale a pena! "
|
|
visitante Luiz Valle
|
 |
|
"O filme é sensacional! Eu ignoraria o comentário do site e iria assistir. "
|
|
visitante Luciano Salicio
|
 |
|
|
|
 |
|
|
 |
|
 |
|
|
|
|

|
 |
 |
 |

|
|
|
|