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O Albergue


Hostel (EUA/2005)

 



Direção: Eli Roth

Roteiro: Eli Roth

Elenco: Jay Hernandez (Paxton), Derek Richardson (Josh), Eythor Gudjonsson (Oli), Barbara Nedeljakova (Natalya), Jana Kaderabkova (Svetlana), Jennifer Lim (Kana), Keiko Seiko (Yuki), Lubomir Bukovy (Alex), Jana Havlickova (Vala), Christopher Allen Nelson (Policial holandês), Paula Wild (Monique), Vladimir Silhavecky (Yuri), Vanessa Jungova (Saskia), Katerina Vomelova (Dominique)

 

Duração: 95 min | Gênero: Terror

 

crítica por Gustavo Catão

Você tem estômago forte? Muito forte? Para você filmes como “O Massacre da Serra Elétrica” ou “Fome Animal” são comédias para assistir após uma feijoada caprichada? Então “O Albergue” é o filme para você. Porque nesta pequena obra-prima do terror estão algumas das cenas mais fortes e chocantes que um filme lançado para o grande público já foi capaz de reunir.
Eli Roth, diretor e roterista do bom “Febre da Montanha”, assume novamente as duas posições neste “O Albergue”, que tem produção executiva de Quentin Tarantino, emprestando um nome de peso ao longa (apesar disso não ser garantia de qualidade, como aconteceu por exemplo com a porcaria “Olhos Famintos”, que tinha Francis Ford Coppola como produtor executivo). O filme tem diversos elementos que esperaríamos ver em um filme de Tarantino, como por exemplo, cerca de 8 línguas diferentes faladas durante o filme, sendo que apenas o inglês recebe legendas. Além disso há aparições do próprio Tarantino e do diretor japonês Takashi Miike, famoso por seus filmes violentos.
O filme começa como tantos clássico do cinema Trash começam: três amigos estão viajando como mochileiros pela Europa, a procura de drogas, sexo e diversão. Enquanto passeiam por Amsterdã, um outro jovem lhes fala de um albergue no leste europeu, escondido na região da Bratslávia, onde existem garotas maravilhosas que adoram turistas americanos. Os três então embarcam para o lugar, que a princípio parece ser a realização de seus sonhos, com lindas colegas de quarto e sexo fácil. Tudo está perfeito, até que um por um os três amigos começam a desaparecer.
Da mesma maneira que comecei os comentários sobre “O Albergue”, que para mim também poderia se chamar “O Açougue”, volto ao ponto da violência no filme. Este é um filme muito sanguinolento. MUITO MESMO! É absolutamente chocante como parecem reais as cenas de tortura do filme, que incluem moto serras, furadeiras, ganchos, facas, maçaricos e mais um bocado de “instrumentos”. O elenco é cheio de caras desconhecidas e só serve de pano de fundo para o verdadeiro personagem principal do filme: o sangue. Este, a propósito, foi usado em uma quantidade absurda durante o filme. Foram 150 galões ou, em medidas compreensíveis, 570 litros. Dá pra ver porque “O Albergue” é um terror Trash de alta qualidade.

 

Onde assistir

Programação

Filme fora de cartaz ou programação indisponível

 

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