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Femme Fatale
Femme Fatale (EUA/2002)
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"Atraente e indiscreto. Ele é presa fácil para uma mulher sedutora e motalmente perigosa."
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Após o péssimo “Missão: Marte”, muitos cogitaram que fosse o fim da carreira de Brian De Palma, e quase foi. Só agora, cerca de dois anos depois, ele vem a se recuperar com “Femme Fatale”. O filme está longe de ser uma obra prima, mas faz lembrar daquele De Palma de “Vestida para Matar” e “Dublê de Corpo”.
A trama gira em torno de Laure (Rebecca Romijn-Stamos) que rouba 10 milhões de dólares em diamantes e engana seus comparsas fugindo com a jóia. Após o crime a estonteante loira acaba sendo confundida com uma outra mulher, e para mudar totalmente de vida, abandonando seu passado, ela irá se passar por esta mulher. Logo em seguida, a agora Lily embarca em um avião para os Estados Unidos, no qual encontra Watts (Peter Coyote), um milionário homem de negócios. Daí a história pula sete anos e Lily já está casada com este mesmo homem, que agora é o embaixador americano na França, mesmo país que sua mulher saiu fugida.
Com esta volta à Paris, Lily volta a temer seu passado, e por isso faz questão de não aparecer em jornais e revistas. Acontece que os paparazzos franceses vão fazer de tudo para conseguir uma foto da mulher do embaixador. Ai que entra Nicolas Bardo (Antonio Banderas) um fotógrafo que consegue tirar uma foto dela. E para o desespero de Lily a foto é publicada e colocada em outdoors por toda cidade. Agora o futuro dela está comprometido, e ela terá de se esconder de seus antigos comparsas, e usará Bardo muito bem para isso. O interessante, que pode até ser visto como uma fala, é que De Palma usufruiu de características extremas e opostas para seus protagonistas, sendo Laure/Lily a má, amoral, golpista e, por tudo isso, muito sensual, e Nicolas o bom, honesto, moral e, por tudo isso, muito chato.
O filme é bom, conta com um ótimo e totalmente inesperado final, e com Romijn-Stamos ardendo na tela. Antes deste longa ela pôde ser vista pintada de azul como a Mística de “X-Men O Filme”. Já Banderas mais uma vez não faz a diferença, não ajuda mas também não atrapalha.
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Lucas Salgado
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