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Alta Velocidade
Driven (EUA/2001)
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"Bem Vindo a Corrida Humana"
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Só não dá para dizer que Alta Velocidade é uma total perda de tempo porque o filme é uma oportunidade para dar algumas risadas. Engraçado não chega a ser. Mas patético é um bom termo para classificar as cenas que tentam reconstruir o ambiente das corridas de carro, dentro e fora da pista, e o lado humano dos pilotos. Nem mesmo o roteiro de Sylvester Stallone (que escreveu o primeiro ''Rocky'') ajuda muito, caindo em personagens clichês, situações completamente fora da realidade e frases cheias de lições de vida. E para piorar, ao olhar mais atento, todos os desastres e acidentes são feitos por computação gráfica e por isso mesmo ficam com jeito de irreal, falsos, mentirosos. Para deixar o público brasileiro ainda mais irritado o filme criou um piloto que seria brasileiro chamado Memo Heguy (um nome tipicamente nacional) que é interpretado pelo chileno Christian de la Fuente que fala espanhol a não ser numa frase especial dita com todo sotaque ''obrigado, amigo''. Novamente lá estão eles confundindo tudo e colocando Buenos Aires como capital do Brasil. (Bandeiras brasileiras e outros detalhes também aparecem pela fita, assim como o piloto Mauricio Guggelmin, que pilotou para os atores). Além disso, foi Mauricio Guggelmin foi quem emprestou o capacete e o carro para Stallone. Joe Tanto (Sylvester Stallone) é um ex-piloto que o dono da escuderia, Carl Henry (Burt Reynolds) chama de volta para ajudar o imaturo Jimmy. A ex-mulher de Joe, Cathy (Gina Gershon), aparece casada com outro dos pilotos de Carl, o “brasileiro” Memo Heguy (Cristian de la Fuente). Lucretia Clan (Stacy Edwards) é uma jornalista com tudo nos lugares certos e cujo acesso aos participantes da corrida parece ir ainda mais longe com Joe, e DeMille Bly (Robert Sean Leonard) é o empresário e irritante irmão de Jimmy. Enquanto a ação passa de Long Beach a Toronto, Miami, Tóquio, Chicago, Sydney, Rio de Janeiro, Detroit e Alemanha, vamos acompanhando a trajetória do jovem e imaturo piloto Jimmy. As semelhanças com o mundo do automobilismo são poucas. O resto são carros de corrida duelando nas ruas de Chicago ou promovendo acidentes espetaculares nas pistas, com infinitas capotagens. Numa delas, o carro acaba num pântano – que por sinal está no meio da pista –, de cabeça para baixo. Para evitar que o piloto, brasileiro, morra afogado, o mocinho dá um cavalo-de-pau no meio da corrida e, na contramão mesmo, vai salvá-lo. Mas é ai que o pior acontece, o bandido o segue. Como se não bastasse, o vilão fica bonzinho no final. Em uma análise geral o filme é muito ruim, típico de seção da tarde. Ele foi um fracasso de bilheteria em todo mundo e não merece ser conferido.
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Lucas Salgado
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Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
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"Eu não gostei da opinião que escreveram sobre Alta velocidade. Acho Alta velocidade um filme muito bacana. Um dos melhores do Silvestre. E olha que eu não gosto de f1, nem de carro. O roteiro desse filme é muito mais rico que do Rambo, onde o personagem-título quase não fala, todavia é um bom filme também. Eu diria que Alta velocidade é o 2º melhor filme com Stallone, o 1º é Demolidor e Rambo o é 3º. Conselho de amigo: Antes de criticar um filme, procure captar a mensagem que o diretor do filme quer deixar com a história. Nem todos os cineastas se preocupam em deixar uma lição de moral para seu público, mas este não é o caso do Stallone. "
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visitante Elton De Oliveira
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