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Bridget Jones: No Limite da Razão
Bridget Jones: The Edge of Reason (Inglaterra/2004)
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Direção:
Beeban Kidron
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Roteiro:
Andrew Davies, Helen Fielding , Richard Curtis , Adam Brooks
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Elenco:
Renée Zellweger (Bridget Jones), Colin Firth (Mark Darcy), Hugh Grant (Daniel Cleaver), Jim Broadbent (Pai de Bridget), Gemma Jones (Mãe de Bridget), Jacinda Barrett (Rebecca), Sally Phillips (Shazzer), James Callis (Tom), Neil Pearson (Richard Finch), Jessica Stevenson (Magda)
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[Veja os participantes de "Bridget Jones: No Limite da Razão"]
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Duração: 108 min.
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Gênero: Comédia/Romance
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Cafômetro:
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Nota:
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Nota dos visitantes:
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"Mesma Bridget. Um diário novinho em folha"
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Realmente não é possível entender esta continuação. Por mais que exista o livro “No Limite da Razão”, que conta a história seguinte a “O Diário de Bridget Jones”, ambos escritos por Helen Fielding, não havia razão para este ser adaptado, ainda mais da forma em que foi feito. Em 2001, quando foi lançado, “O Diário de Bridget Jones” foi um sucesso de público e critica e elevou Renée Zellweger à condição de estrela, lhe garantindo inclusive uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Agora vem este “Bridget Jones: No Limite da Razão” e utiliza-se das mesmas piadas e situações para tentar repetir o sucesso. Nos Estados Unidos ele não conseguiu, arrecadando em três semanas em cartaz, míseros US$ 30 milhões, sendo que só seu custou foi de US$ 70 milhões. Para se ter uma idéia da falta de necessidade em realizar este projeto, o próprio Colin Firth afirmou que nem queria ter feito o longa e que realizar um terceiro seria uma “idéia ruim” (o CAFRI concorda).
Mas agora vem a questão: “Bridget Jones 2” é um filme ruim? A resposta é não, muito pelo contrário, é bem divertido. Mas peca por não trazer nada de novo a história e aos personagens. Quando tenta mudar um pouco, o filme acaba caindo em dúzias e mais dúzias de personagens estereotipadas, das quais a pior, sem sombra de dúvida, é Bridget. A personagem que encantava no primeiro filme, aqui é motivo de chacota do primeiro ao último frame, virou palhaça.
Após 6 semanas de namoro firme Bridget Jones (Renée Zellweger) e Mark Darcy (Colin Firth) começam a passar por uma crise. O problema é que Bridget não acredita que um “homem perfeito” como Mark possa ficar com ela por muito tempo, então tenta agradá-lo a todo o momento. Mas como disse, seu papel neste filme é de palhaça, então nenhuma dessas tentativas vai dar certo e eles acabam se desentendendo. A situação ainda consegue ficar pior, com o reaparecimento de Daniel Cleaver (Hugh Grant), o ex-chefe mulherengo de Bridget, que volta a assediá-la.
Hugh Grant rouba praticamente todas as cenas que participa, pena que são poucas, pois sua participação no segundo livro é ainda menor da que você verá na tela. O elenco original está quase tudo de volta. Além do triangulo amoroso, retornam a seus respectivos papéis: Jim Broadbent, com o pai de Bridget; Gemma Jones, com a mãe; Shirley Henderson, como a amiga Jude; James Callis, como Tom; e muito outros. De novo, quem se destaca é a bela Jacinda Barrett, que vive a sócia de Mark, Rebecca, de quem Bridget morre de ciúmes.
Se você gostou de “O Diário de Bridget Jones”, é capaz de gostar de “No Limite da Razão”, mas certamente vai sair do cinema com a impressão de que já viu aquilo antes. O único detalhe em que este filme supera o original é em relação a trilha sonora. A do primeiro já era ótima, mas agora consegue estar melhor, valendo destacar uma referência ao clássico “A Noviça Rebelde” e a presença da belíssima Nobody Does it Better, tema de “007 - O Espião que me Amava”.
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Lucas Salgado
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Comentários, Críticas e Curiosidades enviadas pelos Visitantes
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"Eu quero parabenizar tanto a diretora do filme como a escritora do livro. O Diário de Bridget Jones mostra a realidade da maioria das mulheres nos dias de hoje. Qualquer mulher que assistir ou que já assistiu se identificou com a Bridget, mesmo que seja pelo menos com algum gesto dela, alguma cena ou a própria história. Eu estava muito ansiosa para assistir Bridget Jones no Limite da Razão e gostaria de parabenizar a diretora e a escritora novamente. A atriz é sensacional... Encarnou direitinho o seu papel, tanto do primeiro quanto no segundo filme... A mesma Bridget atrapalhada de sempre... Eu amei a continuação do filme... Achei o máximo o Daniel Clivear ir trabalhar na tv e coitada da Bridget, que tinha saído do emprego justamente por causa dele...
A diretora e escritora precisam filmar o terceiro filme, a continuação... Os preparativos do casamento da Bridget e Mark... E claro... Daniel Cleaver no triângulo... Sempre... Eternamente...
Diretora e escritora, eu imploro... Filmem o terceiro... Vai ser sucesso na certa... Com certeza! "
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visitante Rosana Freitas Rocha
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