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Be Cool - O Outro Nome do Jogo
Be Cool (EUA/2005)
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Direção:
F. Gary Gray
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Roteiro:
Peter Steinfeld
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Elenco:
John Travolta (Chili Palmer), Uma Thurman (Edie Athens), Vince Vaughn (Raji), The Rock (Elliot Wilhelm), Cedric the Entertainer (Sin LaSalle), André Benjamin (Dabu), Christina Milian (Linda Moon), Steven Tyler (Ele mesmo), Harvey Keitel (Nick Carr), Danny DeVito (Martin Weir), James Woods (Tommy Athens), Sergio Mendes (Ele mesmo), Anna Nicole Smith (Ela mesma), Seth Green (Diretor de Video Clip)
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[Veja os participantes de "Be Cool - O Outro Nome do Jogo"]
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Duração: 118 min.
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Gênero: Comédia
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Cafômetro:
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Nota:
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Nota dos visitantes:
[Vote]
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"Juntos novamente... e melhores do que nunca"
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Um dia antes de conferir “Be Cool” resolvi alugar “O Nome do Jogo”, pois havia visto o longa há muito tempo e achava que seria importante conferi-lo para não ficar perdido nesta seqüência. Agora, que já conferi o filme não sei se foi uma boa idéia assistir ao original pouco antes. A idéia pode parecer maluca, mas o fato é que “O Outro Nome do Jogo” seria muito mais divertido se eu não tivesse visto logo antes o primeiro filme. Ainda não entendeu? Então eu explico: esta seqüência tem como grande problema um amontoado de cenas copiadas do antecessor e se não tivesse assistido o anterior talvez não tivesse notado. São poucas as cenas do filme que conseguem trazer algo novo em relação ao anterior. O pior é que o roteirista Peter Steinfeld não se limitou a copiar somente de “O Nome do Jogo”, ele também foi totalmente “anti-criativo” em relação ao clássico de Quentin Tarantino, “Pulp Fiction”. O mundo não precisava de outra seqüência de dança entre John Travolta e Uma Thurman. A cena é até bonita, Travolta tem carisma e Uma está cada vez mais estonteante, sem contar que a música ao fundo é de Tom Jobim, interpretada pelo grupo Black Eyed Peas e pelo brasileiro Sergio Mendes, mas nada que justifique este quase plágio.
Lançado dez anos após o original, e já sem as marcantes presenças de Dennis Farina, Gene Hackman e Rene Russo, “Be Cool” começa com Chili Palmer (Travolta) como um consagrado produtor de cinema que acaba de lançar uma continuação do filme que produziu em “O Nome do Jogo”. Nesta conjuntura, Palmer se mostra desacreditado com o mundo de Hollywood e planeja mudar de vida. Com a morte do amigo Tommy Athens (James Woods), o ex-mafioso acaba entrando no universo da música para ajudar a viúva do mesmo, Edie Athens (Uma Thurman). Ao começar a produzir música, Chili percebe que este mundo é muito parecido com o que convivia antes de virar produtor de cinema, com mafiosos russos, rappers barra-pesada e produtores pilantras.
Algumas das confusões que Chili e Edie se metem até funcionam, mas outras soam exageradas e cansativas. Completam o elenco do filme: Vince Vaughn, Cedric the Entertainer, André Benjamin, Christina Milian, Harvey Keitel e Steven Tyler. Danny DeVito faz uma pequena participação como o ator Martin Weir, que viveu no primeiro filme.
Agora, separei este parágrafo para falar algo que nunca pensei que fosse dizer: The Rock realiza uma interpretação brilhante! ISSO MESMO! O brucutu, ex-campeão de luta livre está excepcional no papel de um segurança gay que sonha em ser ator. Vocês conseguem imaginar o ator de “Escorpião Rei” fazendo um MONÓLOGO com a fala de DUAS líderes de torcidas no longa teen “As Apimentadas”, de 2000, só para convencer Palmer de lhe conseguir um teste? Pois bem, ele faz isso no filme. Se existe um grande motivo para você assistir à “Be Cool - O Outro Nome do Jogo” este é The Rock.
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Lucas Salgado
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